Pesquisadora. Área de atuação -História Cultural - Historiografia da Mídia - Cidade - Movimentos e entidades Sociais. Atuação Doutora em História pela PUC/SP - Professora do Programa de Pós- Graduação - Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura - Universidade Presbiteriana Mackenzie.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Livro- Experiência Femininas Contemporâneas; visão das mulheres no mundo e na mídia.
file:///C:/Users/Rosana/Downloads/2016_%2015_mar%C3%A7o_LIVRO%20COMPLETO%20.pdf
Livro- Experiência Femininas Contemporâneas; visão das mulheres no mundo e na mídia.
Este livro é resultado dos Eventos do Encontro do Dia Internacional da Mulher, organizado pelo GERE - Núcleo de Estudos de Gênero, Raça e Etnia Mackenzie.
Livro- Experiência Femininas Contemporâneas; visão das mulheres no mundo e na mídia.
Este livro é resultado dos Eventos do Encontro do Dia Internacional da Mulher, organizado pelo GERE - Núcleo de Estudos de Gênero, Raça e Etnia Mackenzie.
segunda-feira, 7 de março de 2016
Na semana da mulher vamos falar de movimentos feministas.
Por Rosana Schwartz
O movimento feminista cresceu e
desmembrou-se em diversas correntes. Observado com cautela e profundidade nunca
se revelou homogêneo. Alguns centralizam suas temáticas nos direitos de
primeira geração – civis e políticos, clamam por igualdade e maior participação
das mulheres na política. Outros envoltos aos direitos de segunda geração se
preocupam mais com o empoderamento econômico feminino, condição fundamental
para transformação nas esferas da vida cotidiana. A Igualdade e a equidade no trabalho
produtivo são válvulas motrizes para a desconstrução da violência de gênero. Muitos
outros são identitários, compostos por mulheres heterosexuais, lésbicas,
brancas, negras, trans, travestis entre outras. Não obstante, todos
independentemente das suas pautas de reivindicações são unidos em torno da luta
contra o Machismo, o sexismo, assédio e violência doméstica. Questões que adentraram,
por meio da lutas das mulheres em organizações e pela mídia na vida das pessoas.
Durante os anos 70 e 80 a Rede Globo conectada com os avanços das mulheres,
lançou séries e minisséries de televisão – Malu Mulher e Quem Ama Não Mata, que
problematizavam as assimetrias entre homens e mulheres. O combate à violência contra mulheres (no
plural) conquistou nas últimas décadas leis específicas - Maria da Penha e a do
Feminicídio. Violência doméstica a cada dia está sendo mais entendida como um
problema político e público. Desde a segunda metade da década de 1970, campanhas
internacionais orientadas pela Organização das Nações Unidas uniram diversos
movimentos feministas dos países signatários em torno dessas pautas. O ano de1975
foi um marco dos movimentos feministas. Denominado “Ano Internacional da Mulher”,
defendeu os direitos humanos como também sendo também das mulheres. Conferâncias como a de Nairóbi, Cairo e
Beijing, em 1995 criaram plataformas de ações para a defesa das mulheres. Naqueles
anos a maior parte dos grupos feministas era formada por pessoas de classe média
escolarizadas, aliados à luta pelo: fim da carestia, fim do regime militar,
associações de mães e de bairros, moradia, saúde, anistia e pelo
restabelecimento dos direitos humanos e democráticos.
Na atualidade a nova onda do
feminismo jovem dos anos dá continuidade aos trabalhos e esforços dos
movimentos do passado. Retoma todas as pautas se voltado para denúncias sobre
estupros entre colegas nas universidades relatos de assédio e abusos de crianças
e adolescentes (campanha “meu primeiro assédio”), desigualdades ainda presentes na vida
cotidiana, liberdade do corpo em caminhar pelas ruas sem sofrer assédio (campanha
“chega de fiu-fiu”). A liberdade de vestir a roupa que desejar sem correr o
risco de abordagens machistas centraliza outras pautas, como o direto ao prazer
e a autonomia do corpo. Falta muito
ainda para corrigir as assimetrias de gênero, para a igualdade e equidade entre homens e mulheres
efetivamente existir.
Na semana da Mulher vamos falar de
feminismo..... tema urgente e necessário.
sábado, 5 de março de 2016
Violência e violação dos Direitos Humanos,
Por Rosana Schwartz
Na Declaração e Programa de Ação de Viena, foram reconhecidos como formas
de violência toda espécie de assédio e exploração sexual, em particular as
derivadas de preconceitos culturais. Esse documento reconheceu que todos os
Direitos Humanos não possuem hierarquia, que os Direitos Humanos da Mulher e da
menina são inalienáveis, integrantes e indivisíveis dos Direitos Universais.
Manifestou sua preocupação pelas diversas formas de violência às quais as
mulheres continuam expostas da mesma maneira como manifestou suas preocupações
com os Direitos fundamentais. Desse modo, para as estratégias de prevenção e
combate à violência contra a mulher, uma série de documentos é constantemente elaborada
na tentativa de esclarecer e propiciar mecanismos de defesa. Segundo
levantamento realizado pelo Movimento Nacional dos Direitos Humanos indica que,
em 2015, a maioria de mulheres assassinadas foi por homens que privavam de sua
intimidade. No Brasil, como em diversos países, segundo a Organização Mundial
de Saúde / Organização Panamericana de Saúde, a violência contra à mulher,
constitui um sério problema de saúde e causa de doenças e de mortes femininas. A
eliminação da Violência contra a mulher implica na implementação de políticas
públicas que possam prevenir e atuar de forma eficaz na eliminação de todas as
formas de discriminação contra a mulher - física, sexual, psicológica que,
historicamente, tem vitimado as mulheres. Diante dessa realidade, faz-se necessário
conhecer aspectos devem ser desenvolvidos para uma abordagem ampla do
problema: valores e as práticas Sociais, a Legislação, as Políticas Públicas e
Educação, e as atuações de diversas ONGs e Movimentos de Mulheres. A
violência contra a mulher tem caráter estrutural e, por isso, a expressão
"combate" à violência vem de uma concepção teórica que supõe que a
violência seja produto de uma "patologia social" e que, portanto,
como uma doença, possa ser "curada". Considerando-a como estrutural,
concluiu-se, pela complexidade dos meios e modos de analisá-la e
problematizá-la, que a violência contra a mulher se insere numa cultura onde a
maneira como as mulheres vêem a si próprias e são vistas são fatores
importantes. É fundamental que, tanto o Estado como o movimento de mulheres,
desenvolvam esforços para mensurar os efeitos das discriminações e da violência
contra as mulheres, no sentido de elaborar e implementar políticas públicas
educacionais que possam dar respostas mais eficazes a esse fenômeno. Estratégias
para a mudança foram apontadas desde o documento internacional da Conferência
de Beijing: a necessidade da inclusão da questão de gênero nos currículos e
disciplinas em todos os níveis de Educação, assim como estudos e análises da
linguagem para eliminação de práticas discriminatórias; fortalecimento de redes
educacionais que potencializam mudanças nos valores e práticas sexistas e
racistas em todos os setores da vida pública e privada; a democratização da
informação e do conhecimento com vistas à conquista de espaço nas esferas de
tomada de decisões, como a participação mais efetiva em partidos políticos,
eleições e tomada do poder público, exercício de mandatos, chefias e cargos de
deliberação política, econômica, cultural, educacional e social; a construção
de novos paradigmas na configuração das relações interpessoais e sociais e na
relação entre o Estado e a sociedade; identificação dos avanços alcançados, a
desde a Constituição de 1988, relacionados com as estratégias de prevenção
contra a violência à mulher; a necessidade de novas leis voltadas para a
garantia da igualdade de gênero e respeito aos direitos humanos das mulheres.
Pondera-se
que o tratamento legal da violência contra a mulher no âmbito exclusivamente
repressivo/punitivo não contribui para a superação do problema. Nesse sentido,
aponta-se como necessária a construção de um novo entendimento conceitual da
problemática da violência doméstica, com ênfase em mecanismos de proteção à
vítima e desenvolvimento, através da educação, de novos comportamentos no seio
da sociedade. Proporcionar visibilidade social dessa problemática poderá
contribuir para o fim da continuidade e institucionalização do preconceito de
gênero em todas as instâncias públicas e privadas da sociedade. Diante do
exposto, cabe salientar que são cada vez mais necessárias discussões sobre a
importância de uma ação dirigida à educação, que objetivem dar visibilidade e
garantia de espaço ao debate e às ações dirigidas ao enfrentamento da violência
contra a mulher em nosso país e no mundo, além da sensibilização da opinião
pública com relação à defesa dos direitos humanos das mulheres.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
São Paulo
Parabéns São Paulo.
Por Rosana Schwartz
Comemora-se o aniversário de São Paulo, local de múltiplas temporalidades, na qual a noção e
sensação de tempo passam por diversas temporalidades, ou seja, a cidade
apresenta ritmos diferentes em seus espaços. Essa temporalidade cria a idéia de
constante transformação, mudança, onde tudo pode ser inserido no processo de
construção de uma cidade que nunca para e que mais cresce. Sua estrutura
desvela aspectos da construção simbólica e imaginária de cidade moderna/nova
entrelaçada com a dialética do arcaico/velho, ou seja, as permanências das
raízes rurais, advindas dos fazendeiros de café e do caipira/camponês
misturaram-se com o imaginário social de modernidade trazido pelos imigrantes
europeus no século XIX. O homem civilizado e o sentimento de progresso penetram
nas entranhas da cidade. Para entender São
Paulo de hoje, como qualquer outro lugar, faz-se necessário percorrer sua
construção histórica e o século XIX torna-se ponto chave. Cidade em crescente
ascensão, na qual se deu uma industrialização rápida, graças aos capitais liberados
pelo café, presença de uma elite esclarecida cosmopolita e progressista que
deseja forjar em seu território uma consciência Moderna na busca de uma
identidade Nacional. Com o processo de imigração em seus diversos fluxos de
entrada na cidade, sua configuração espacial e social foi sendo alterada
rapidamente diversas vezes. São Paulo do século XIX e XX reaparece sob o signo
da industrialização positiva, sinônimo de progresso, num clima de euforia e de
pseudo “confraternização”, local que recebe todas as etnias, indivíduos de
todas as culturas.O cosmopolitismo urbano na cidade de São Paulo gera o Mito do urbano da Metrópole, uma
metrópole que compete com as outras e busca a constantemente a sua identidade. Essa
cidade é a do homem disciplinado, espelho das grandes metrópoles européias e
americanas do século XIX, do futuro e da oposição ao mundo velho. A representação
do NOVO ocorre através da construção do MITO do heróico, de criação da idéia de
uma nova “RAÇA”, onde houve o cruzamento das etnias indígenas, européia
portuguesa e dos outros imigrantes, com o africano. A industrialização que vai
parecer como uma característica inerente ao paulista é completada pelo mito do BANDEIRANTE, com seu passado glorioso,
desbravador, onde as fronteiras do país foram conquistadas por ele. Assim,
forjando a idéia de que o Brasil é o que é, por causa desse homem, por causa
das entradas e Bandeiras, delimitando as fronteiras. Sempre se modernizando,
crescendo, valoriza as práticas e ações dinâmicas como as ações dos jovens. Seus
jovens, mulheres e homens marcaram história, unidos aos operários na Greve
Geral de 1917, em 1932 na Revolução Constitucionalista contra Getúlio Vargas e
em diversos outros momentos. Conservadora e revolucionária, a cidade se
constrói e se reconstrói. Apaga e cria memórias. Suas extensões territoriais,
seus bairros cresceram acompanhando a especulação imobiliária e a expansão das
linhas do trem. Entre locais povoados e vazios urbanos se desenvolveu de forma
irregular e sem controle. Desde o inicio
do século XX, Planos e Projetos Urbanísticos audaciosos não conseguiram
acompanharam seu ritmo. Antagônica e dialética é composta por uma cidade
oculta, invisível, da periferia, abandonada a própria sorte e outra visível
rica, com infraestrura dos bairros nobres. Bela e acolhedora convive ao mesmo
tempo com suas raízes frias e perversas.
São Paulo os
seus 462 anos carecem de entendimento e é impossível não te amar.
Viva São
Paulo!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Entendendo as gerações
O comportamento de
cada geração entrelaça-se ao momento social, político, econômico e histórico em
que ela está inserida. Caracterizou-se pelos comportamentos criados e mantidos
em seu cotidiano. Denomina-se: Veterana, Boomers, Y e Z. A chamada Geração dos
Veteranos é constituída por indivíduos que em 2015 encontram-se aproximadamente
na faixa etária entre 83 e 63. Nascidas no período da falência das democracias
em decorrência do totalitarismo – fascismo, nazismo – do entre guerras mundiais.
A Segunda Guerra marca com disciplina essa geração. Educada para obedecer a
hierarquias, trabalhar exaustivamente e comprar à vista – (guardar para o dia
de amanhã), desvela em seu comportamento cotidiano, reflexos das incertezas
advindas desse momento histórico. A geração que se segue, a geração dos
Boomers, é a da Pós-Segunda Guerra, sedenta por transformações, por liberdades,
crente no poder das contestações e organizações de movimentos sociais focados
em causas macros - movimentos feministas, negro, gay, estudantil, operário,
meio ambiente, entre outros. Acredita na ascensão profissional, na fidelidade
às organizações e na política. Criam alianças e composições múltiplas para
atingir objetivos. Vivia num mundo dividido entre capitalistas e socialistas – Na
sequência vem a Geração X, assim chamada por falta de denominação. Nascidos durante
os anos 60 até 1977 é mais cética, descrente e apática politicamente. Reflete a
sociedade de massas, as desilusões da geração anterior, e a sociedade de
consumo. Vive ditaduras militares na América Latina e Europa. Busca equilíbrio
e segurança na vida profissional e pessoal. Mantém-se fiel aos seus ideais
pessoais e não aos das organizações em que trabalham. Tanto a mulher quanto o homem trabalham no
mercado produtivo, mas as tarefas domésticas ainda são femininas. Cresceu
envolta à descoberta do vírus HIV, medo da política (tortura- violência) e
reorganização dos movimentos sociais. Já a Geração Y, filhos das gerações
BOOMERS e X são em geral mais superprotegidos e acostumados a terem o que
desejam para compensar a ausência dos pais workahoclics que trabalham para
manter e aumentar bens materiais. Exige equilíbrio entre o profissional e o
pessoal. É uma geração agitada, inquieta, não sabe lidar com frustrações, mas sabe
muito bem lidar com a tecnologia. O sujeito descentralizado e globalizado
interfere na sua essência. Nada é sólido, o amor, as relações, o
comprometimento são como Bauman denomina, líquidos. Por ter crescido com amplo
acesso ao conhecimento muitas vezes não sabe como aplicá-lo. Entendidos e classificados
como intolerantes, prepotentes ou até petulantes, têm muito a ensinar aos mais
velhos. Organizam-se em coletivos, criaram novas sociabilidades, lutam por
causas específicas. Não acreditam em partidos políticos e no modo arcaico de
fazer política. Ao mesmo tempo em que alguns abraçam bandeiras progressistas e de
respeito aos Direitos Humanos, outros são radicais, preconceituosos e conservadores.
Desvelam as permanências históricas do passado em meio às transformações. Querem
um mundo novo, com novos valores.
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VETERANOS
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BOOMERS
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GERAÇÃO X
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GERAÇÃO Y
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Nascidos entre
1920 e 1945 |
Nascidos entre
1945 e 1965 |
Nascidos entre
1965 e 1977 |
Nascidos entre
1977 e 2000 |
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Cresceram entre duas guerras mundiais e foram
educados para a disciplina rígida e o respeito às hierarquias. O amor à
pátria é um valor absoluto.
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Otimistas em relação a mudança do mundo político,
viveram uma fase de engajamento contra ditaduras e poderes tiranos.
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Céticos e politicamente apáticos, refletem as
frustrações da geração anterior e assumem a posição de expectadores da cena
política.
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Otimistas
em relação ao futuro e comprometidos em mudar o mundo na esfera ecológica. Têm senso de justiça social e se engajam em voluntariados. |
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No trabalho, valorizam o comprometimento e a
lealdade.
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Workaholics, valorizam o status e o
crescimento profissional. São políticos, formam alianças para atingirem seus
objetivos.
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Gostam da informalidade no trabalho e buscam o
equilíbrio entre a vida profissional e pessoal.
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São extremamente informais, agitados, ansiosos e
impacientes e imediatistas. Acompanham a velocidade da internet.
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Como consumidores, evitam parcelamento e
privilegiam as compras à vista. Investem de forma conservadora, sem riscos.
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São responsáveis pelo estilo de vida que se tem
hoje, de conquistas materiais, como casa, carro e acesso ao entretenimento.
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Sentem-se a vontade
com a tecnologia e já têm gosto pelo consumo de equipamentos eletrônicos. |
Tecnologia e diversidade são coisas naturais na
vida. Usam todos os recursos do celular e precisam estar conectados.
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Como funcionários, abem aguardar a hora certa
para receberem a recompensa pelo trabalho.
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Funcionários fiéis às organizações em que
trabalham, fazem vínculo com a empresa.
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Não se fidelizam às organizações, priorizam os
interesses pessoais e não vêem com bons olhos um currículo de 20 anos numa
mesma empresa.
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A falta de cerimôonia com os pais leva à
indiferença sobre autoridade. Admiram a competência real e não a hierarquia.
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Acreditam na lógica e não na magia. Têm religião,
mas sem superstição.
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Necessitam de justificativas profundas e
estruturadas para tomar decisões.
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Trabalham com entusiasmo quando possuem foco
definido e têm necessidade de feedback.
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Vivem com sobrecarga de informações, dificultando
a correlação de conteúdos.
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Carecemos entender cada geração e seu contexto
histórico para compreendermos os caminhos, decisões e escolhas dos indivíduos no
mundo ocidental.
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