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domingo, 11 de dezembro de 2011

O Acervo


O Arquivo Público do Estado de São Paulo, um dos maiores arquivos públicos brasileiros, é detentor de um acervo de aproximadamente 10 mil metros lineares de documentação permanente, disponíveis integralmente à consulta pública, e aproximadamente 16 mil metros lineares de documentação intermediária, que corresponde ao Arquivo Administrativo. Além disso, diagnóstico recente apresentado pelo Departamento de Gestão do Sistema de Arquivos do Estado de São Paulo demonstra que mais de 900km lineares de documentos acumulam-se por todo o Estado.

A documentação intermediária aguarda a avaliação e a definição de prazos prescricionais ou precaucionais de guarda para ser então incorporada ao acervo permanente ou eliminada. O Arquivo Administrativo é composto por documentos públicos produzidos pelas diversas Secretarias, Autarquias, Fundações (1900-1960) e Fundos Cartoriais.
Nosso acervo permanente, por sua vez, incluiu ampla variedade de documentos oficiais da administração pública estadual, além de fotografias, ilustrações, caricaturas, mapas, jornais e revistas. Nosso documento mais antigo, datado de 1578, é o inventário do sapateiro Damião Simões. O Guia do Acervo e diversos catálogos constituem os instrumentos de pesquisa disponíveis para facilitar o acesso aos documentos sob a guarda da instituição.
nquanto órgão responsável pela guarda da documentação de valor histórico produzida pelo Governo Paulista, o Arquivo Público do Estado preserva e disponibiliza ao público mais de 400 anos de história. Os conjuntos documentais mais significativos – por sua dimensão ou por serem os mais pesquisados – são os relativos à Agricultura e Imigração (1812-1948), Maços de População (1765-1850), Registros de Terras, Sesmarias e Tombamentos de Bens Rústicos (1602-1856), Inventários e Testamentos (1578-1801), Ofícios Diversos (1603-1913) e DEOPS (1924-1983).



O Arquivo Público do Estado também recolhe conjuntos documentais produzidos ou acumulados por pessoas ou instituições de caráter privado, que testemunharam diversos períodos de nossa história. Os arquivos privados são adquiridos por meio de doações ou compra.



O acervo iconográfico e cartográfico é formado por aproximadamente 1,5 milhão de cópias fotográficas, positivos, negativos, mapas, ilustrações e caricaturas. Destaque para os conjuntos de imagens de foto-jornalismo, tal como do jornal Última Hora, publicação que circulou entre os anos de 1951 e 1971 e representou um marco na história do jornalismo brasileiro. Merecem destaque, também, os acervos fotográficos dos jornais Aqui São Paulo, Movimento e Diários Associados.



Já o nosso acervo cartográfico foi consideravelmente ampliado com o recolhimento da documentação do Instituto Geográfico e Cartográfico de São Paulo, fonte fundamental para compreensão da formação territorial do Estado de São Paulo e do Brasil.



O Arquivo Público do Estado dispõe também de uma Hemeroteca, com uma grande coleção de jornais e revistas do século XIX aos dias atuais. São mais de 200 títulos de jornais, entre os quais destacam-se o Correio Paulistano, Última Hora, Movimento, Opinião e Pasquim, além da coleção de diários oficiais - Diário Oficial do Império do Brasil (1871-1889), Diário Oficial do Brasil (1889-1899) e Diário Oficial do Executivo do Estado de São Paulo (1891-2004).



Há, também, aproximadamente 1.200 títulos e 32 mil exemplares de revistas, que revelam a pluralidade de temas e a efervescência política, econômica e social de São Paulo, de outros Estados e também do exterior.



Desde 2008, o Arquivo Público passou a se responsabilizar pela guarda da coleção de periódicos do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, que reúne mais de 3 mil títulos de jornais, revistas e folhas tipográficas — o maior acervo de Hemeroteca do Brasil em número de títulos.



Nossa biblioteca é formada por extensa bibliografia sobre a história de São Paulo e do Brasil, contando com aproximadamente 45 mil volumes. Compõem o acervo trabalhos acadêmicos e periódicos na área de Ciências Humanas, relatórios de diversas Secretarias de Estado e Ministérios, relatórios imperiais e presidenciais, coleções de leis e decretos, anuários estatísticos e censos.



Política de Doações

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Informação: Curso de História Oral

História oral e memória: O que é e como se faz


O curso acontece aos sábados, nos dias 29/10 e 05/11, em São Paulo

O curso “História oral e memória: O que é e como se faz” tem como propósito capacitar estudantes, professores, profissionais e quaisquer interessados para a realização de projetos de história oral. Para isso, oferece formação teórica e prática, apresentando desde os pressupostos e conceitos fundamentais desta prática como as diferentes técnicas e métodos passíveis de utilização.
Plenamente consagrada como um dos mais interessantes recursos para estudos sobre o tempo presente, a história oral surgiu em 1948 no Oral History Research Office da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Difundiu-se pelo mundo e, no Brasil, adquiriu características especiais que adaptaram este método à realidade do país.
Como método, a história oral demonstra o valor de toda e qualquer história: reconhece que cada indivíduo é protagonista dos acontecimentos sociais e que mesmo experiências particulares são derivadas de um cenário compartilhado, no qual ressoam. A coleta e reunião de histórias pessoais – que dão a ver a complexidade das experiências que formam a memória e a história coletiva – é um de seus propósitos.
Ao fim do curso, que não exige experiência prévia, os participantes terão reunido as ferramentas essenciais para a confecção de trabalhos de história oral e memória que podem ser aplicados a um sem-número de temas e campos.

Conteúdo

O que é

1. Estudos de memória e a história da história oral no Brasil e no mundo
2. Conceitos fundamentais para o trabalho com história oral
3. A poética e a política da história oral
4. História oral, história pública e autoridade compartilhada

Como se faz

1. História oral, eletrônica, pesquisa e arquivos
O projeto de pesquisa e as modalidades de história oral
2. A entrevista, seus recursos e cenários, técnicas e soluções
3. Tratamento textual e literário das entrevistas
4. Questões éticas e jurídicas na história oral
5. Execução, tratamento, publicação de entrevistas

Serviço:

O que: Curso História oral e memória: O que é e como se faz
Quando: aos sábados, dias 29/out e 05/nov das 15h às 18h30
Onde: Rua Baronesa de Itu, 639 – Santa Cecília – SP (próx. ao metrô Marechal Deodoro)
Investimento: R$ 120,00 - inclui apostila e certificado
Inscrições/informações: historiaoralememoria@gmail.com

Facilitadores

Ricardo Santhiago. Graduado em Jornalismo, especialista em Jornalismo Científico, mestre e doutorando em História Social pela Universidade de São Paulo, onde prepara tese sobre a história oral no Brasil. É pesquisador do MusiMid - Centro de Estudos em Música e Mídia, do GEPHOM - Grupo de Estudo e Pesquisa em História Oral e Memória e do Núcleo de Estudos em História da Cultura Intelectual. Autor dos livros "Solistas Dissonantes: História (oral) de cantoras negras" e "Alaíde Costa: Minha vida é um desafio", entre outras publicações dentro e fora do Brasil. Atua predominantemente nas áreas de história oral, história intelectual, música e literatura no Brasil, comunicações, nas quais tem produção técnica, artística e bibliográfica.

Maria Nilda é Jornalista, consultora nas áreas de Comunicação & Gestão Sociocultural.Já prestou serviços para o Ministério do Meio Ambiente, ONG Saúde Sem Limites, FOIRN – Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, coordenou a Oficina de Jornalismo Experimental da ONG Papel Jornal/SP. Foi, também, criadora e coordenadora do I Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e do I Fórum Paulista de Jornalismo Ambiental realizados em São Paulo, entre outros.

domingo, 21 de agosto de 2011

Valorize o Brasil

LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO

Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é 1º maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

3º Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão

 Instituto Vladimir Herzog abre inscrições para o 3o. Prêmio Jovem Jornalista
O concurso é aberto a estudantes de jornalismo de todo o país. Estudantes de São
Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul foram os premiados do ano passado
Estão abertas as inscrições para o 3o. Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco
Jordão. Todos os estudantes de jornalismo do País podem se inscrever pelo site
http://www.vladimirherzog.org/ até o dia 30 de setembro. O Instituto Vladimir Herzog,
idealizador do prêmio, irá custear os dois melhores projetos de pautas com o tema
“Oito objetivos do Milênio”.
Os estudantes desenvolverão uma pauta e darão andamento com a concretização da
reportagem. Essa atividade será custeada pelo Instituto e orientada por um mentor.

Premiados
Premiado 1 - Como os moradores de favelas paulistanas que tiveram suas moradias
incendiadas no ano de 2010 estão sendo atendidos pelo poder público
Estudantes – Rodolfo Blancato de Barros e Eduardo Paschoal de Sousa.
Professor Orientador – Claudio Júlio Tognolli
Universidade de São Paulo – Escola de Comunicação e Artes
Mentor: Gabriel Romeiro, chefe de redação da Globo Rural

- Premiado 2 - Um paciente muito especial: retrato da saúde adolescente no Brasil
Estudante – Lucas de Tommaso Gomes Carvalho
Professor Orientador – Cristiane Henriques Costa
Universidade Federal do Rio de Janeiro – Escola de Comunicação
Mentora: Pâmela Oliveira, repórter especial de Saúde o Jornal O Dia (RJ)

- Premiado 3 - Uma causa, um gesto, um direito para todos
Estudante – Elizângela Maliszewski
Professor Orientador – Deivison Moacir Cézar de Campos
Universidade Luterana do Brasil
Mentor: Jornalista e professor Cláudio Mércio

A iniciativa é uma homenagem a Fernando Pacheco Jordão, jornalista que sempre se
preocupou com os jovens profissionais de imprensa.
Após a entrega das pautas, uma banca julgadora formada por professores irá julgar o
material. Os três melhores projetos serão escolhidos e apresentados ao público no
dia 24 de outubro de 2011, no Teatro Tuca, durante a cerimônia de entrega do 33o

Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.
Instituto Vladimir Herzog
(11) 2894-6650

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Rosana Schwartz: APOIO A MARCHA DAS MARGARIDAS

Rosana Schwartz: APOIO A MARCHA DAS MARGARIDAS: "Considerada uma das principais mobilizações do sindicalismo rural brasileiro e do movimento das mulheres, a Marcha das Margaridas terá como..."

APOIO A MARCHA DAS MARGARIDAS

Considerada uma das principais mobilizações do sindicalismo rural brasileiro e do movimento das mulheres, a Marcha  das Margaridas terá como lema  neste ano de 2011,  o desenvolvimento sustentável, justiça, autonomia, igualdade e liberdade.

A marcha das Margaridas tem como objetivos, conquistar visibilidade, reconhecimento social e político para as Mulheres do Campo e Floresta.

A Contag apoiadora do movimento, espera reunir, 100 mil mulheres trabalhadoras rurais das diferentes regiões brasileiras em Brasília com a finalidade de propor e negociar políticas públicas específicas para as pessoas que vivem no campo e na floresta, segundo depoimento de Carmen Foro, secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag.

A Marcha das Margaridas foi lançada em 2000 sempre em agosto. Mês em que foi assassinada há 26 anos a líder sindical Margarida Alves. A denominação “Marcha das Margaridas” é uma homenagem à essa sindicalista assassinada em 1983, na frente de seu filho menor, em Alagoa Grande no Estado da Paraíba (PB). O motivo da sua morte foi a luta em defesa dos Direitos de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais, pelas melhorias da qualidade de vida e trabalho. O episódio transformou-se em símbolo da luta das mulheres camponesas do nosso país por terra, Trabalho, Igualdade, Justiça e Dignidade.

Temos orgulho das Margaridas que lutam por Terra, Trabalho, Igualdade Justiça e Dignidade.
Temos orgulho das nossas “Margaridas” que quebram coco babaçu e vão produzir sabonetes para copa do mundo de 2014!

O país precisa se convencer de que vale a pena dar voz, olhar e investir mais nas margaridas
Na sua última edição, em 2007, a mobilização reuniu em Brasília cerca de 50 mil trabalhadoras rurais de todo o Brasil e a pauta de reivindicação girou em torno de temas como combate à violência, soberania e segurança alimentar e nutricional, terra, água e agroecologia, trabalho, renda e economia solidária, entre outros.
A mobilização é organizada pela Contag.
Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Nordeste (MTR-NE),
Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB),
Movimento de Mulheres da Amazônia (MMA),
Marcha Mundial das Mulheres (MMM), Rede de Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe (Redelac)
Coordenação das Organizações dos Produtores Familiares do Mercosul (Cooprofam.

Nacionalmente a Mobilização se dará com o encontro das Caravanas de todas as regiões do País, nos dias 16 e 17 de Agosto de 2011, em Brasília e elas contam com a presença de 100 Mil pessoas marchando, lutando e reivindicando, através da Pauta:

BIODIVERSIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS – BENS COMUNS:

Em defesa do patrimônio genético, gestão e manejo sustentável dos bens comuns, da matriz energética sustentável, de uma vida saudável, sem agrotóxicos e transgênicos. Em defesa do agro extrativismo, da terra, da água e da floresta viva.

TERRA, ÁGUA E AGROECOLOGIA:

Na luta pela reforma agrária, o acesso das mulheres a terra, a democratização e racionalidade no uso dos bens comuns, da agroecologia como modo de produzir e se relacionar na agricultura.

SOBERANIA E SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL:

Fortalecimento da agricultura familiar, alimentos saudáveis para a população, a valorização da organização produtiva das mulheres, do comércio justo e solidário e do consumo responsável.

AUTONOMIA ECONÔMICA, TRABALHO, EMPREGO E RENDA:

Em defesa da autonomia econômica das mulheres, dos direitos trabalhistas e previdenciários; apoio à organização produtiva com crédito e assistência técnica; valorização da política nacional salário mínimo; por creches nas comunidades rurais; pela. divisão sexual do trabalho e igualdade no mundo do trabalho,

SAÚDE PÚBLICA E DIREITOS REPRODUTIVOS:

Sistema Único de Saúde (SUS) de qualidade; assistência integral à saúde da mulher; pelo direito ao nosso próprio corpo.

EDUCAÇÃO NÃO SEXISTA, SEXUALIDADE E VIOLÊNCIA:

Por uma educação não sexista, pela autonomia econômica e pessoal, livre orientação sexual e o fim de todas as formas de violência contra as mulheres

DEMOCRACIA, PODER E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA:

Democracia plena; pela ampliação da participação das mulheres do campo e da floresta nos espaços de poder e decisão política no país e no MSTTR; reforma política com igualdade para as mulheres.

A Marcha das Margaridas 2011 pretende mobilizar as mulheres para 3ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, marcada para dezembro (com etapas municipais e estaduais iniciadas desde julho).

A realização desta grande mobilização contribui para o fortalecimento da agenda feminista, principalmente em relação a temas da plataforma das Margaridas, como citamos: saúde, autonomia, bens comuns, soberania alimentar, agroecologia, educação pública e participação política.

A ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, informou que um grupo de trabalho será criado para analisar todos os pedidos feitos pelas margaridas.

Boa Marcha.......

















terça-feira, 9 de agosto de 2011

Evento- Lideranças Políticas

O Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (NEAMP), do Programa de Estudos Pós-Graduatdos em Ciências Sociais da PUC/SP convida para o evento “Lideranças Políticas”, que conta com uma série de mesas redondas sobre lideranças políticas para o debate entre os participantes.
Dias 23 e 25 de agosto de 2011
Auditório 100A - Prédio novo - PUC
Para informação complete da programação, acesse o link: http://www.pucsp.br/neamp/eventos/liderancas_politicas.pdf