Pesquisadora. Área de atuação -História Cultural - Historiografia da Mídia - Cidade - Movimentos e entidades Sociais. Atuação Doutora em História pela PUC/SP - Professora do Programa de Pós- Graduação - Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura - Universidade Presbiteriana Mackenzie.
terça-feira, 21 de abril de 2015
O Dia das Mães: um pouco de história.
Costuma-se comemorar o Dia das Mães sem questionar os motivos da existência da
data. As múltiplas composições
familiares sem procurar conhecer as origens procuram presentear a Mãe com flores,
chocolates, roupas, almoços entre outros agrados.
Entretanto, a verdadeira história da data nos remete ao
século XIX, nos Estados Unidos quando
uma mulher de nome Ann Reeves Jarvis criou um local de trabalho, para as
mulheres, tratarem das melhorias das condições sanitárias das cidades – esses
locais ficaram conhecidos por Clubes das Mães. As doenças eram inúmeras nesses tempos
e consequentemente a mortalidade infantil era assustadora. Esses Clubes atuavam
em diversas frentes, como a higienização das cidades, cuidados com soldados
feridos na Guerra Civil Americana.
O dia das ações desses Clubes foi denominado de Dia das
Mães. Ann Jarvis organizava atividades como piqueniques nesse dia com o objetivo
de encorajá-las e conseguir mais voluntárias para participar. Entrar para a
política e promover a paz também faziam parte das propostas desses Clubes.
No Brasil, Getúlio Vargas oficializa o dia das mães como
um feriado no segundo domingo de maio em 1932. A filha de Anna com o
falecimento de sua mãe, em 1905, resolve transformar a data em comemorativa à
todas as mães, ou seja, para homenageá-las.
Dessa forma, esse dia deveria ser lembrado com carinho, amor e reflexão, e não com consumo de inúmeros produtos sem um sentido mais profundo. Vistas às mães, conversas e recordações deveriam
ser mais importantes do que presentes..... os esforços desempenharam na formação
dos filhos devem ser lembrados com amor.
Vamos pensar sobre........
terça-feira, 14 de abril de 2015
I SEMINÁRIO PROCESSOS EM REDE NA COMUNICAÇÃO TEMA: PROCESSOS EM REDE NA COMUNICAÇÃO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS
EVENTO CCL MACKENZIE/MACKPESQUISA
I
SEMINÁRIO PROCESSOS EM REDE NA COMUNICAÇÃO
TEMA:PROCESSOS EM REDE NA COMUNICAÇÃO, DESAFIOS E PERSPECTIVAS
DIAS: 15 e 16 de abril
de 2015
LOCAL: Salão Nobre do
Centro Histórico e Cultural do Mackenzie, São Paulo S.P.
RuaItambé, 135
Higienópolis
Universidade
Presbiteriana Mackenzie
Justificativa
–
Diante da perspectiva de novas discussões que emergiram após a construção do
novo Projeto Pedagógico do Curso de comunicação, pelo Centro de Comunicação e
Letras, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, os professores envolvidos no
desenvolvimento do projeto, idealizaram este Seminário que tem como expectativa
promover a necessária discussão sobre os novos eixos que envolvem linguagens,
planejamento e criação apoiadas em redes temáticas e virtuais reunir as
lideranças da área, apresentar a Instituição e suas perspectivas de trabalho.
Com a realização de mesas temáticas, o Seminário espera receber cerca de 20
convidados dentre seus professores e público externo.
PROGRAMAÇÃO
15 de abril, 9 30 hs
– Salão Nobre do Centro Histórico do Mackenzie
MANHÃ
Mesa institucional –
Diretores do Mackenzie e convidados
Prof. Dr. Alexandre
Huady, diretor do CCL, moderador
Convidados: Eneus
Trindade, presidente da ABP2, Associação Brasileira dos Pesquisadores de
Publicidade e Propaganda; Cláudia Lago, presidente da SBPJor, Sociedade
Brasileira dos Pesquisadores de Jornalismo; Ana Silvia Lopes Médola,
vice-presidente da INTERCOM, Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares
da Comunicação
TARDE
14:30/16 Horas
- Salão Nobre do Centro Histórico do Mackenzie
Painel: Perspectivas
das disciplinas a serem ministradas no Programa de Pós Graduação em Comunicação
Linha 1: Processos de Comunicação e Redes
Midiáticas na Cultura Urbana
Professores Celso Figueiredo, Denise Paiero,
José Mauricio Conrado Moreira da Silva, Gláucia Davino e Marcos Duarte
NOITE
19:00/21:00 horas
– Salão Nobre do Centro Histórico do Mackenzie
Mesa de Trabalhos: Desafios para a comunicação através das
redes sociais
Prof. Dr. José Maurício
Conrado Moreira da Silva, moderador
Convidados:Eduardo
Moretin, presidente da COMPÓS; RobertoGondo, presidente da POLITICOM; Helena Bonito,
decana de pós graduação da UPM
16 de abril,
9 30 hs – Salão Nobre do Centro Histórico do
Mackenzie
Mesa de
trabalhos Desafios para a organização científica na
área de comunicação, perspectivas
Prof. Dr.
Marcos Duarte, moderador
Margarida
Kunsch, presidente da SOCICOM, Federação das Associações Científicas de
Comunicação; Luiz Alberto de Farias, presidente da Abrapcorp, Associação
Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas;
Adolpho Queiroz, representando a Rede ALCAR, Associação Brasileira dos
Pesquisadores da História da Midia; Yuri Parente, representante da Rede
Folkcom, Associação Nacional dos Pesquisadores de Comunicação e Folclore
14:30/16
Horas - Salão Nobre do Centro Histórico do
Mackenzie
Painel 2:
Perspectivas das disciplinas a serem ministradas no Programa de Pós Graduação
em Comunicação
Linha 2: Política, Sociedade e Cultura Midiática
Professores Adolpho Queiroz, Roberto Gondo,
Rosana Schwartz e Maria de Lourdes Bacha
16:30 Horas – Salão Nobre do Centro histórico do Mackenzie
Encerramento: Balanço
do I Seminário e Perspectivas de Trabalho
Prof. Dr. José Maurício
Conrado Moreira da Silva
Comitê
científico: AlexandreHuady, Adolpho Queiroz, Celso
Figueiredo, José Maurício Contrado Moreira da Silva, GlauciaDavino,Maria de
Lourdes Bacha, Rosana Schwartz, DenisePaiero e RobertoGondo,Fred Utsonomia,PerrottiPasquali,
Edson Capoano, Andre Santoro, Eneus Trindade/ECA-USP; Tania Hoff, ESPM;
Clotilde Peres,ECA/USP; Cecilia Peruzzo, UMESP; Maria Berenice da Costa
Machado, UFRS; Marialva Barbosa, UFRJ.
Comissão Organizadora:
Presidente Adolpho Queiroz, Glaucia Davino,Fernanda Nardy, Isabel Orestes, Osvaldo
Hattori, José Mauricio Conrado Moreira da Silva.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
GAME E EDUCAÇÃO
https://www.youtube.com/channel/UC3NfdPWc0qkHw2SZQop7fyQ
https://www.facebook.com/GamesGBS/timeline
Entre no site e assistam os vídeos.
https://www.facebook.com/GamesGBS/timeline
Entre no site e assistam os vídeos.
Os
roteiros dos Games como fontes históricas, educacionais, literários e fílmicos
Rosana Schwartz
Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Este texto problematiza as múltiplas possibilidades
de utilização dos games em diversos campos do conhecimento–letras, história,
geografia, política, semiótica, artes entre outras – argumenta sobreos
desbobramentos dos jogos em livros, fílmes, vídeos e fóruns de discussão em
redes sociais e principalmente apresenta e questiona as formas de apredizados
que proporciona quando utilizado para a educação. Elegeu-se para exemplificar,
os games Assassin's CreedI e II compostos por uma série de jogos eletrônicos criados por Patrice Desilets,ambientalizadoinicialmente no ano de 2012,
no qual o personagem pricipal, por meio do ato de rememorar a história vivida de seus ancestrais,revive
alguns períodos da história, como a Idade Média, em específico na época da Terceira
Cruzada na Terra
Santa, a Renascença , Revolução Francesa e a Revolução Americana.Não é recente a utilização
dos meios de comunicação – fotografias, literatura, revistas, jornais, cinema -
como fonte histórica e sua utilização na educação, não obstante, as fontes de
entretendimento games, marcadas pelo próprio presente na vida cotidiana de
milhares de sujeitos sociais, ainda comporta significativo corolário de
interrogações, inquietudes e incertezas por parte dos educadores. Diante disso,
este trabalho apresenta aos educadores de múltiplas áreas do conhecimento, alguns
resultados da aplicação dessa ferramenta em sala de aula e por meio de
entrevistas com jovens e professores as impressões sobre sua eficácia e utilização
conjunta dos seus desdobramentes em romaces e filmes dentro e fora da sala de
aula.
domingo, 5 de abril de 2015
Sobre a Redução da Maioridade Penal.
Sobre a redução da maioridade penal.
Reduzir
a maioridade penal não reduz a violência - Muitos estudos no campo da criminologia e das ciências sociais têm
demonstrado que NÃO HÁ RELAÇÃO direta de causalidade entre a adoção de soluções
punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.
No sentido contrário, no entanto, se observa que são as políticas e
ações de natureza social que desempenham um papel importante na redução das
taxas de criminalidade. Dados do Unicef revelam a experiência mal sucedida dos
EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da
Criança, aplicou em seus adolescentes, penas previstas para os adultos. Os
jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a delinquir e de forma
mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da
violência.
Sabemos que os jovens infratores são a minoria, no entanto, é pensando
neles que surgem as propostas de redução da idade penal. Cabe lembrar que a
exceção nunca pode pautar a definição da política criminal e muito menos a
adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos. Até junho de 2011,
o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho
Nacional de Justiça, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes.
Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja
considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil, que conta com 21
milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.
As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com a
adoção de leis penais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas
capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da
educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade
de centenas de adolescentes ao crime e à violência.
A constituição brasileira assegura nos artigos 5º e 6º direitos
fundamentais como educação, saúde, moradia, etc. Com muitos desses direitos
negados, a probabilidade do envolvimento com o crime aumenta, sobretudo
entre os jovens. O adolescente marginalizado não surge ao acaso. Ele é fruto de
um estado de injustiça social que gera e agrava a pobreza em que sobrevive
grande parte da população. A marginalidade torna-se uma prática moldada pelas
condições sociais e históricas em que os homens vivem. O adolescente em
conflito com a lei é considerado um ‘sintoma’ social, utilizado como uma forma
de eximir a responsabilidade que a sociedade tem nessa construção.
Reduzir a maioridade é transferir o problema. Para o Estado é mais fácil
prender do que educar.
A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão,
mas é realidade que no Brasil muitos jovens pobres são excluídos deste
processo. Puni-los com o encarceramento é tirar a chance de se tornarem
cidadãos conscientes de direitos e deveres, é assumir a própria incompetência
do Estado em lhes assegurar esse direito básico que é a educação.
As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com
adoção de leis penais mais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas
capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da
educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade
de centenas de adolescentes ao crime e à violência.
Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada
para a construção de uma sociedade melhor. E não como os vilões que estão
colocando toda uma nação em risco.
Reduzir
a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude - O Brasil não aplicou as políticas publicas necessárias para garantir
às crianças, aos adolescentes e jovens o pleno exercício de seus direitos e
isso ajudou em muito a aumentar os índices de criminalidade da juventude.
O que estamos vendo é uma mudança de um tipo de Estado que deveria
garantir direitos para um tipo de Estado Penal que administra a panela de
pressão de uma sociedade tão desigual.
Deve-se mencionar ainda a ineficiência do Estado para emplacar programas
de prevenção da criminalidade e de assistência social eficazes, junto às
comunidades mais pobres, além da deficiência generalizada em nosso sistema
educacional.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
sábado, 31 de janeiro de 2015
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