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domingo, 21 de outubro de 2012

Preconceito: estudo afirma que homens estressados preferem mulheres mais gordas....


O corpo é um documento, retrata a história, cultura, comportamentos e valoes de uma época e a própria sociedade em que esta inserido. É alvo de estudos, representações, desejos, mercado e da mídia.

Torna-se padronizado e o conceito de Belo não é fixo. Ás vezes são cheios e robustos, sinal de saúde, em outros extremamente magros, depois musculosos. 

As mulheres ainda sofrem mais do que os homens para acompanhar esses padrões impostos.
E para completar.....é alvo de preconceito.
As mulheres mais cheinhas são analisadas não só em seus aspectos físicos como ainda em estudos conduzidos por algumas  universidades que salientam que seus corpos são aceitos em situações limites.

Dentro dessa lógica, temos a Universidade  britânica de Newcastle que concluiu  em um estudo onde afirma que homens estressados preferem mulheres gordinhas. Pode?

Destacam que na mente de homens irritados, a gordura que antigamente era tida como um sinal de fertilidade subjetivamente volta e se ressignifica.

O objetivo dessa pesquisa, pode ser algo interessante, entretanto é extremamente preconceituoso. Mais uma vez mulheres fora do padrão imposto são alvo de estudos....que não trazem nada de útil para a sociedade.

O estudo trabalhou com voluntários em situação de estresse que tiveram que escolher fotos das mulheres mais atraentes. O resultado foi que escolheram as gordinhas. O grupo controle (aquele que não passou pela situação de estresse) selecionou fotos de mulheres magras.
 Segundo Martin Tovee, homens que perdem o emprego, e com baixa estima também procuram por mulheres cheinhas.
Vale a pena questionar essa pesquisa no sentido de entender seu valor e o preconceito com realção as mulheres mais goradas.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

FILHOS MAIS TARDE.

Nas famílias mais ricas, taxa de fecundidade no país chega a menos de um filho por mulher


Do UOL
Vamos analisar a matéria do UOL - 1960 taxa de fecundidade - mais de 6,0 filhos por mulher, em 2010 a média - 1,9 filho ? índice inferior ao nível de reposição

Além de interferir no número de filhos, a situação econômica da família também determina a idade com que a mulher tem filhos. Os quatro grupos de menor rendimento (com até um salário mínimo) possuem uma fecundidade concentrada na faixa de 20 a 24 anos. Já nos três grupos de maior rendimento (mais de 2 salários mínimos), a fecundidade está concentrada entre 30 e 34 anos.
Apesar de apresentar realidades distintas de acordo com as condições socioeconômicas, a família brasileira está menor, de modo geral. Se até 1960 a taxa de fecundidade era de mais de 6,0 filhos por mulher, em 2010 a média no país ficou em 1,9 filho – índice inferior ao nível de reposição (necessário para garantir a substituição das gerações).
A queda vertiginosa na taxa de fecundidade nos últimos 50 anos é a principal responsável pelo envelhecimento do país e pela diminuição do ritmo de crescimento da população, que foi de 1,17% na última década e já chegou a 3% ao ano em outros tempos.

Filhos mais tarde

Até o ano 2000, a tendência no país era de um rejuvenescimento do padrão da fecundidade, ou seja, o aumento da concentração das taxas na faixa de 15 a 24 anos. Mas na última década isso mudou. Apesar de o cenário não ter se alterado muito nas áreas rurais, nas urbanas a fecundidade nos grupos de mulheres mais jovens, de 15 a 19 anos e de 20 a 24, caiu de 19% e 29,2%, respectivamente, para 17,2% e 26,4%.
O aumento nas idades com que as mulheres têm seus filhos entre 2000 e 2010 ocorreu em todos os grupos de mulheres, com exceção das negras, que estão, em média, tendo filhos um pouco mais cedo (veja tabela abaixo).


Instrução

Entre as mulheres menos escolarizadas, a taxa de fecundidade chega a 3,09 filhos por mulher, sendo de 1,14 para as mais instruídas. A maior taxa no grupo de mulheres sem instrução é observada na Região Norte, com 3,67 filhos. Já a menor taxa do grupo de mulheres com superior completo é da Região Sudeste, com 1,10 filho por mulher.
A idade para ser mãe também varia de acordo com o grau de instrução. As mulheres com ensino superior completo têm filhos, em média, com 30,9 anos - 5,5 anos depois das que não têm instrução ou têm ensino fundamental incompleto.
No conjunto da população, no entanto, a tendência ainda é ter filhos em idades mais jovens, já que o número de mulheres com superior completo ainda representa apenas 11,2% das que estão em idade fértil.

  • Divulgação/IBGE

Cor ou raça

A taxa de fecundidade total das mulheres brancas chegou a 1,63 filho e das mulheres negras e pardas com indicadores semelhantes, a 2, 12 filhos. Já a população indígena apresentou fecundidade maior, de 3,88 filhos por mulher.
O Censo indica que o padrão da fecundidade de negras e pardas, assim como o de indígenas, é mais jovem – o valor máximo situa-se no grupo de 20 a 24 anos. O que contrasta com o padrão das mulheres brancas, que apresenta uma concentração mais dilatada, dos 20 aos 34 anos.
O levantamento destaca, também, que acima dos 40 anos a fecundidade indígena é sempre maior que a observada nos outros grupos.

Regiões

O IBGE destaca que os contrastes entre as regiões do país vêm diminuindo desde a década de 1980, com a disseminação de práticas como a esterilização feminina. Mesmo assim, a Região Norte é a única que ainda apresentava, em 2010, uma fecundidade acima do nível de reposição.
As diferenças entre a situação de domicílio também vêm diminuindo. Se em 1970 uma mulher residente na área rural tinha 3,1 mais filhos que a moradora de área urbana, na última década a taxa de fecundidade ficou em 2,63 filhos por mulher no campo, contra o índice de 1,79 registrado nos grandes centros.


Censo 2010

Participaram do Censo 2010 cerca de 190 mil recenseadores, que visitaram os mais de 5.565 municípios brasileiros entre 1º de agosto a 31 de outubro de 2010. Os primeiros dados da pesquisa, que identificou uma população de 190 milhões de brasileiros, foram divulgados em abril de 2011. Ao longo de 2012, têm sido produzidos novos resultados, apresentados em volumes temáticos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Curiosidades sobre o 07 de setembro.......

Algumas CURIOSIDADES sobre o 07 de setembro:

Foi inventado e  começou a ser feriado nacional oficial a partir do Decreto n. 1285 de 30 de novembro de 1853.
O primeiro relato que exaltou o grito do Ipiranga foi feito em 20 de setembro daquele ano, no jornal O Espelho, publicação da Imprensa Nacional que circulava no Rio de Janeiro (1821-1823).
Naquele momento D. Pedro foi aclamado o herói nacional com o intuito de construir a identidade nacional. A data da comemoração do dia da Independência era comemorada de acordo com o momento político vivido e a necessidade dos mitos exaltados para fincar a identidade do Brasil.
Aclamado imperador do Brasil em 12 de outubro do ano da independência, D Pedro começa a ser construído enqunato ícone proclamador da liberdade da nação. A data de nascimento do imperador era também o dia 12 de outubro.
Nesse período ficou estabelecido que era esse o dia para comemorar a Independência.
Quando em 1 de dezembro daquele ano, D. Pedro  foi coroado, também esta data passou a ser comemorada como dia da independência. É o dia histórico da restauração da independência de Portugal do domínio da Espanha (1580-1640), muito comemorado pela ex-nação colonizadora, o que trazia um incômodo para os exaltados brasileiros da época, ansiosos de apagar a condição de colônia das suas páginas.
Ao longo do século XIX, com a decadência da popularidade de D. Pedro, também a sua importância no grito do Ipiranga passou a ser amenizada, e, a partir de 1870, consolidou-se a história do Estado nacional, transformando o 7 de setembro no dia da independência do Brasil.
Pessoal, estava inventado o 7 de setembro, o símbolo maior da identidade brasileira.
Outras curiosidades: na longa carta redigida aos paulistas no dia 07 de setembro D. Pedro não faz referência ao grito do Ipiranga.
Para Refletir: D. Pedro era príncipe e virou imperador.
O poder não trocou de mãos, não rompeu com a herança colonial. A chefia do movimento de independência coube ao príncipe herdeiro da monarquia, dando impressão a uma falsa ruptura. Rompeu com a dependência política a um estado europeu - criou-se um novo país- definiu-se uma soberania sem mudar nada.
Portugal exigiu o pagamento de dois milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência - D. Pedro recorreu a empréstimos da Inglaterra para pagar.
O fato não provocou rupturas socias o Brasil.
As camadas populares não entenderam o significado da independência.
A estrutura agrária continuou.
A escravidão continuou..........
A elite agrária deu suporte a D. Pedro.
Que interessante, não é?

Sobre o Museu Paulista vale ressaltar que foi inaugurado em 1895 inacabado e levou mais de 50 anos para ser construído.
Foi construído para ser um monumento para forjar uma história, uma identidade.
Sobre o quadro do pintor Pedro Américo  temos: um chapéu nas mãos no lugar de uma espada- mulas no lugar de cavalos- e as roupas eram outras....os uniformes militares são na realidade roupas muito pesadas para viajar.
E o  lugar não sugere o Ipiranga.

A Estátua essa tem  biga romana-esfinges aladas e um índio colocado para dar impressão que foi feita para o Brasil. Foi trazida e colocada lá sem representar nada .....

Sobre a Bandeira lembro que  o verde não significa as matas, mas sim a cor da Casa de Bragança e o amarelo não é o ouro, significa a Casa dos Habsburgo de D. Leopoldina.

Em 1855 - foi fundada a Sociedade Ipiranga com a finalidade de restaurar as comemorações da Independência. A imagem de D. Pedro estava desgastada e não se falava mais da Independência.
Com aconsolidação da República D. Pedro deveria ser visto como herói.
No centenário, a imagem de D. Pedro volta a ser resgatada como heróica .
O corpo do imperador foi transladado de Lisboa para o Museu reabilitando o 07 de setembro.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mulheres no Movimento de moradia em São Paulo

http://www.mackenzie.br/cafepensamento_mulher.html

Encontro- Pedagogia 2013 Havana- Cuba




Convocatoria Pedagogía 2013



Estimado(a) colega:

El Ministerio de Educación de la República de Cuba, con el auspicio de organizaciones regionales e internacionales vinculadas con la educación, se complace en anunciar la celebración de la próxima edición del congreso Pedagogía, que tendrá lugar en el Palacio de Convenciones de La Habana, del 4 al 8 de febrero de 2013.
Esta nueva cita convoca como siempre a la unidad de los educadores, y es elemento sustancial para continuar promoviendo la integración entre nuestros países, intercambiar experiencias, aunar fuerzas y esfuerzos en aras de hacer realidad las metas acordadas en las conferencias regionales, como ejemplo de cooperación solidaria en nuestra lucha por un mundo mejor.
La complejidad del mundo actual, con sus agudas contradicciones económicas y sociales, el desarrollo acelerado científico y tecnológico, la batalla por erradicar el analfabetismo, como paso inicial para lograr el acceso universal a una educación de calidad y sin exclusiones, constituyen premisas indispensables a tener en cuenta en la búsqueda de vías que propicien el desarrollo sustentable en nuestros países.
En ese empeño, la educación debe tener un papel principal, lo que exige proponer estrategias y enfoques realmente integradores y humanistas, como útiles instrumentos para comprender mejor el mundo de hoy, ante los desafíos que enfrentan los pueblos en el presente siglo.
Bajo estas premisas, convocamos a maestros, profesores, educadores, investigadores y dirigentes de la región, a participar en el congreso Pedagogía 2013. Su objetivo se cumplirá en tanto se logre un amplio intercambio de experiencias que propicie el logro de una educación de calidad para todos durante toda la vida, mediante la cooperación solidaria en la formación ciudadana, el respeto a la diversidad cultural y la identidad nacional y en la formación de generaciones portadoras de valores humanos universalmente aceptados.

Esperamos contar con su presencia.
Cordialmente,
Dra. Ena Elsa Velázquez Cobiella
Ministra de Educación
Presidenta del Comité Organizador
ORGANIZAN

Ministerio de Educación de la República de Cuba
Palacio de Convenciones de La Habana, Cuba
AUSPICIAN
Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO)
Organización de las Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF)
Organización de Estados Iberoamericanos para la Educación, la Ciencia y la Cultura (OEI)
Asociación de Educadores de América Latina y el Caribe (AELAC)
Asociación de la Televisión Iberoamericana (ATEI)
Oficina Regional de Cultura para América Latina y el Caribe (ORCALC/Habana)
Consejo de Educación de Adultos de América Latina (CEAAL)
Confederación de Educadores de América (CEA)
COMITÉ ORGANIZADOR
Presidentes de honor
M.Sc. Miguel Díaz-Canel Bermúdez
Vicepresidente del Consejo de Ministros
José Ramón Fernández Álvarez
Asesor del Presidente de los Consejos de Estado y de Ministros
Presidente
Dra. Ena Elsa Velázquez Cobiella
Ministra de Educación
Vicepresidente de Honor
Sr. Julio César Arévalo Reyes
Presidente de la AELAC
Vicepresidente primero
Dr. Rodolfo Alarcón Ortiz
Ministro de Educación Superior
TEMAS CENTRALES
• Formación en valores y educación ciudadana
• La escuela, el maestro y su desempeño profesional
• Formación inicial y permanente de educadores
• Educación científica ante los retos actuales
• Educación ambiental y desarrollo sostenible
• Atención integral a la infancia
• Dirección del proceso de enseñanza–aprendizaje
• Formación laboral en función de las demandas sociales
• Aportes de las ciencias de la educación al desarrollo de la práctica educativa
• Integración escuela–familia–comunidad
• Alfabetización y educación de jóvenes y adultos
• Pensamiento de José Martí y del Comandante en Jefe Fidel Castro en la obra educacional cubana
• Pensamiento educativo latinoamericano
Cada uno de los temas centrales está integrado por diversas líneas temáticas que se debatirán en simposios y foros y se tratarán en cursos desarrollados por docentes e investigadores de alto nivel profesional y experiencia.
Los simposios se organizarán en conferencias, mesas redondas, paneles, presentaciones orales y en carteles, como formas de integración del contenido de los temas centrales y para propiciar el debate científico.
Las formas fundamentales de presentación de los trabajos serán en sesiones de debate y presentación de carteles. En ellas los delegados, mediante su intervención y participación, podrán desempeñar diferentes roles en la discusión.El programa científico incluye visitas especializadas a centros educacionales e instituciones científicas y culturales de la ciudad de La Habana.
Próximamente, en el sitio www.pedagogia.cuba.com se brindarán más detalles del programa científico y otras informaciones acerca de la organización del congreso, las normas y requisitos de presentación, la recepción y aceptación de resúmenes y trabajos.
CUOTA DE INSCRIPCIÓN
Hasta el 30 de noviembre de 2012 será:
Participante 150.00 CUC
Acompañante 60.00 CUC
A partir del 1ro. de diciembre de 2012 será:
Participante 200.00 CUC
Acompañante 60.00 CUC
La cuota de inscripción incluye:
Participante: credencial, participación en la ceremonia inaugural, que contempla una gala cultural, acto de clausura, visita a un centro educacional, certificado de asistencia, módulo de materiales del congreso y certificado de autor,siempre que el trabajo sea presentado en el evento.
Acompañante: credencial, participación en la ceremonia inaugural que contempla una gala cultural, acto de clausura, visita a un centro educacional y souvenir.
No se otorga certificación.
FORMAS DE PAGO
El pago de la cuota de inscripción podrá realizarse on-line a través del sitio web:
www.pedagogia.cuba.com
El sitio contará con las informaciones actualizadas referentes al congreso.
Si el pago de la cuota de inscripción se realiza en Cuba, en el momento de la acreditación, será en Pesos Cubanos Convertibles (CUC), moneda de circulación oficial del país. El CUC puede adquirirse desde el arribo al país en el aeropuerto, hoteles, bancos y casas de cambio (CADECAS) a partir de euro, dólar americano, canadiense y australiano; libra esterlina, franco suizo, peso mexicano, corona sueca, danesa y noruega, yen japonés y balboa, de acuerdo con la tasa de cambio vigente en el momento del pago. En Cuba se aceptan las tarjetas de crédito VISA, MASTERCARD, CABAL, siempre que la casa matriz no sea estadounidense.
INVITACIONES
Los participantes que requieran carta de invitación para participar en el congreso, con el fin de realizar los trámites de viaje correspondientes, podrán solicitarla al Comité Organizador, a través del sitio www.pedagogiacuba.com

EXPOSICIÓN ASOCIADA

Paralelamente al evento, se desarrollará una exposición en el lobby principal del Palacio de Convenciones, en la cual las empresas especializadas, tanto nacionales como extranjeras, dispondrán de una ocasión excepcional para exponer y comercializar sus productos, servicios y materiales afines con la temática del evento.
Los interesados deben contactar a:
Raúl González Castro
Organizador Profesional de Exposiciones
Palacio de Convenciones de La Habana
Correo electrónico: raulg@palco.cu Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla
CONTACTOS COMITÉ ORGANIZADOR PEDAGOGÍA 2013:
M.Sc. Margarita Quintero López
Secretaria ejecutiva
Ministerio de Educación
17 y O, Vedado, CP 10400, La Habana, Cuba
Correo electrónico: pedagogia@mined.rimed.cu
Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla
Esp. Zósima López Ruiz
Organizadora Profesional de Congresos
Palacio de Convenciones de La Habana
Calle 146, No. 1104 entre 11 y 17-D
Reparto Cubanacán, municipio Playa
Apartado postal 16046, La Habana, Cuba
Teléfonos: (537) 208 5199/202 6011 al 19 ext. 1510
Correo electrónico: zosima@palco.cu Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla
www.gpalco.com