Palestra com Matilde Ribeiro ex-ministra da SEPPIR (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial)
Poder e cultura negra: dimensões do feminino na contemporaneidade
26 de novembro
Sala: T- 47
Horário: 19:30
Organização: CECAFRO/PUC-SP
Rua Monte Alegre, 1104 Perdizes
Pesquisadora. Área de atuação -História Cultural - Historiografia da Mídia - Cidade - Movimentos e entidades Sociais. Atuação Doutora em História pela PUC/SP - Professora do Programa de Pós- Graduação - Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura - Universidade Presbiteriana Mackenzie.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Criança e Comunicação.
Em 19 de outubro, representantes de diversas organizações e entidades se reuniram a convite da Andi (Agência de Notídicas dos Direitos da Criança e do Adolescente) para debater propostas e desafios apontados na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e na 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizados em 2009.
Entre os temas tratados, uma das preocupações foi com relação à quantidade de publicidade dirigida ao público infantil nos meios de comunicação, sobretudo nas emissoras de televisão
Entre os temas tratados, uma das preocupações foi com relação à quantidade de publicidade dirigida ao público infantil nos meios de comunicação, sobretudo nas emissoras de televisão
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Debate - DIA 11/11/2010 das 12h00 às 13h00 no canal All TV.
Tema: A letra da música: Classe Média - Max Gonzaga e Banda Marginal.
PRECONCEITO
Convidada - Rosana Schwartz.
PRECONCEITO
Convidada - Rosana Schwartz.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Discussão - Mulheres e Poder -NEM PUC/SP e GERE - UPM.
Dilma entra para a História como a primeira mulher eleita presidente do Brasil. Junta-se com outras da América Latina:
Costa Rica - Laura Chinchilla Miranda eleita presidente em maio de 2010. Essa pesonagem entre 1994 e 2008, chefiou os ministérios de Segurança e Justiça. Desde 2008, ocupava o cargo de Ministra da Segurança, mas deixou a pasta para se tornar a candidata do partido liberal à presidência.
Na Argentina - Cristina Fernández Kirchner foi sucessora de seu marido, Nestor Kirchner, na presidência da Argentina, e assumiu o cargo em dezembro de 2007. Antes de ocupar a cadeira, Cristina já havia atuado como membro da Assembleia de Santa Cruz (1989 - 1995) e vice-presidente da Assembleia em 1990. Ela também já havia sido eleita senadora e deputada. Maria Estella Martínez de Perón, conhecida como Isabelita Perón, foi a primeira presidente da Argentina. Assumiu o cargo após a morte de seu marido, Juan Perón, do qual ela era vice-presidente, entre os anos de 1974 e 1976. Foi deposta pelo golpe militar e se exilou na Espanha até 1993. Ela é frequentemente confundida com Eva Perón, segunda mulher de Juan.
Chile - Michelle Bachelet Jeria também foi a primeira mulher eleita presidente naquele país, cargo que ocupou entre 2006 e 2010. Também foi ministra da Saúde, entre 2002 e 2004. Seu pai, que era militar, foi morto durante a ditadura de Augusto Pinochet. Michelle e sua mãe foram torturadas pelo regime e se exilaram na Austrália, de onde retornaram em 1979. Questão relevante da candidatura em questão e neste ano, pela Dilma (não percebida pela campanha do José Serra), a vez das mulheres de luta.
Panamá - Mireya Moscoso Rodrígez atuou como presidente do Panamá, entre 1999 e 2004, pelo partido Panameñista, liderado por ela desde 1991. Ela foi a primeira presidente mulher a apontar oficialmente uma primeira-dama, sua irmã, Ruby Moscoso de Young. Seu primeiro marido foi Arnulfo Arias Madrid, presidente do Panamá nos anos de 1940, 1949 e 1968.
Na Bolívia, Lidia Gueiler Tejada foi a segunda sulamericana a assumir uma presidência. Lidia foi a presidente interina da Bolívia entre 1979 e 1980, após o presidente Walter Guevara Arce deixar o governo por causa de um uma tentativa de golpe.
No Haiti - O Senado do Haiti aprovou o nome de Michèle Pierre-Louis como presidente do país em setembro de 2008. Ela foi o terceiro nome indicado pelo presidente René Préval para ocupar a vaga, já que os dois primeiros nomes haviam sido rejeitados no processo de ratificação parlamentar. Ela atuou até novembro de 2009.
Domínica - Dame M. Eugenia Charles atuou como primeira-ministra do pequeno país da Domínica, situado entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico Norte, no meio do caminho entre Porto Rico e Trinidad e Tobago, de 1980 a 1995.
Um pouco de História : As Pioneiras:
Khertek Anchimaa-Toka foi a primeira mulher a ocupar o cargo de presidência de um país. Ela assumiu o governo de Tuva, país que hoje faz parte da Rússia, em 1940 e ficou no cargo até 1944. Ela foi ativa na era soviética e durante o período de guerras pela independência nacional.
China - Song Qingling (Sung Ch'ing-ling) foi casada com o fundador da República Chinesa, Doutor Sun Yat-sem, em 1914. Ela é descrita como uma das personalidades de maior destaque na China do século XX. Após a morte de seu marido, em 1925, ela apoiou o regime comunista e foi designada como presidente honorária da República Popular da China, como uma das vice-presidentes entre e 1968 e 1974, período em que nenhum presidente é mencionado no país.
Mongólia - Sühbaataryn Yanjmaa atuou como líder da Mongólia entre setembro de 1953 e julho de 1954. Ela era a viúva de Damdiny Sühbaatar, considerado líder nacional mongol. Ao assumir a função de presidente do Grande Hüral, governo da Mongólia.
As que se tornaram símbolos:
Benazir Bhutto - Foi a primeira mulher a comandar um Estado islâmico. Ela assumiu o governo do Paquistão em 1988, seguindo o legado político de seu pai, Zulfikar Ali Bhutto, executado em 1970 pelo general Zia ul Haq. Bhutto voltou ao poder em outubro de 1993, mas, assim como no primeiro mandato, foi destituída por acusações de corrupção, improbidade administrativa. Ela se exilou por 10 anos no Reino Unido e Emirados Árabes e voltou ao Paquistão em 2007, para concorrer à presidência, mas foi morta em um atentado suicida em dezembro daquele ano.
Golda Meïr - Atuou como primeira ministra de Israel entre 1969 e 1974. Ela era considerada como a dama de ferro da política israelense, título cunhado mais tarde por Margaret Thatcher. Aos olhos do mundo, Golda representava a personificação do espírito israelense, apesar de ter nascido na Rússia e educada nos Estados Unidos. Quando ela foi designada primeira-ministra, o país exalava confiança após derrotar os árabes na guerra de 1967 conquistando grandes porções territoriais. Sua rígida política nacionalista foi marcada pela frase: "Não existem palestinos".
Margaret Thatcher - Ela ficou conhecida por governar o Reino Unido com "mão de ferro", após o Partido Conservador conseguir maioria no congresso em 1979. Ela comandou o país na Guerra das Malvinas e conseguiu se reeleger com ampla maioria, em 1982. Em 1987, foi mais uma vez reeleita, mas em 1990, renunciou em favor de John Majors, após conflitos internos em seu partido.
Indira Gandhi - Apesar do nome, Indira, a primeira mulher a comandar a Índia, entre 1966 a 1977 e entre 1980 e 1984, não tinha nenhum parentesco com Mahatma Gandhi. Ela iniciou sua carreira política como colaboradora do pai, Jawaharlal Nehru. Durante seu governo nacionalizou bancos e assinou um tratado de amizade com a União Soviética. Em 1971, prestou apoio militar ao movimento que separou parte do leste do país, que se tornou Bangladesh. Em 1975 foi acusada de fraude eleitoral, decretou estado de emergência e passou a governar com poderes semelhantes ao de uma ditadura. Ela foi responsável por políticas de controle de crescimento populacional. Indira foi assassinada em 1984 após ordenar a invasão do Templo Dourado de militantes do grupo Sikh, que provocou mais de 600 mortes. Ela foi morta por dois guardas pessoais que pertenciam ao grupo Sikh.
Johanna Sigurdardottir - Ela assumiu o governo da Islândia em 2009 como a primeira mulher declaradamente homossexual a ocupar o cargo de primeira-ministra no mundo. Johanna foi casada com Porvaldur Steinar Jóhannesson, com quem teve dois filhos, mas se divorciou e casou novamente em 2002 com a jornalista e escritora Jonina Leosdottir.
Ellen Johnson Sirleaf - Ela tornou-se em 2006 a primeira mulher a comandar uma nação africana, com o desafio de unir seu país no pós-guerra e de restaurar a confiança em suas instituições. A eleição de Sirleaf, 72 anos, - economista educada nos EUA - ajudou a atrair investimentos externos à Libéria, e a comunidade internacional levantou sanções às exportações do país. A africana ganhou o apelido de "Dama de Ferro" durante seu mandato.
Países com tradição de mulheres no poder
Suíça - É um dos países que mais elegem presidentes mulheres no mundo. Em Janeiro de 2010, Doris Leuthard foi eleita para presidente da Confederação. Em 2007, a líder suíça eleita foi Micheline Calmy-Rey e em 1999, quem assumiu o cargo foi Ruth Dreifuss.
Filipinas - O país teve ao menos duas mulheres na liderança do governo: Gloria Macapagal-Arroyo, eleita em 2001, apontada pela revista Forbes, como a quarta mulher mais poderosa do mundo em 2005. Entre 1986 e 1992, o país foi governado por Maria Corazón Sumulong Cojuangco Aquino, responsável por liderar o movimento de derrubada do ditador Ferdinand Marcos.
Irlanda - O país teve duas presidentes no comando do país. A primeira foi Mary Robinson que ficou no poder entre 1990 e 1997. Em seguida, outra mulher assumiu o poder, Mary McAleese, reeleita em
Costa Rica - Laura Chinchilla Miranda eleita presidente em maio de 2010. Essa pesonagem entre 1994 e 2008, chefiou os ministérios de Segurança e Justiça. Desde 2008, ocupava o cargo de Ministra da Segurança, mas deixou a pasta para se tornar a candidata do partido liberal à presidência.
Na Argentina - Cristina Fernández Kirchner foi sucessora de seu marido, Nestor Kirchner, na presidência da Argentina, e assumiu o cargo em dezembro de 2007. Antes de ocupar a cadeira, Cristina já havia atuado como membro da Assembleia de Santa Cruz (1989 - 1995) e vice-presidente da Assembleia em 1990. Ela também já havia sido eleita senadora e deputada. Maria Estella Martínez de Perón, conhecida como Isabelita Perón, foi a primeira presidente da Argentina. Assumiu o cargo após a morte de seu marido, Juan Perón, do qual ela era vice-presidente, entre os anos de 1974 e 1976. Foi deposta pelo golpe militar e se exilou na Espanha até 1993. Ela é frequentemente confundida com Eva Perón, segunda mulher de Juan.
Chile - Michelle Bachelet Jeria também foi a primeira mulher eleita presidente naquele país, cargo que ocupou entre 2006 e 2010. Também foi ministra da Saúde, entre 2002 e 2004. Seu pai, que era militar, foi morto durante a ditadura de Augusto Pinochet. Michelle e sua mãe foram torturadas pelo regime e se exilaram na Austrália, de onde retornaram em 1979. Questão relevante da candidatura em questão e neste ano, pela Dilma (não percebida pela campanha do José Serra), a vez das mulheres de luta.
Panamá - Mireya Moscoso Rodrígez atuou como presidente do Panamá, entre 1999 e 2004, pelo partido Panameñista, liderado por ela desde 1991. Ela foi a primeira presidente mulher a apontar oficialmente uma primeira-dama, sua irmã, Ruby Moscoso de Young. Seu primeiro marido foi Arnulfo Arias Madrid, presidente do Panamá nos anos de 1940, 1949 e 1968.
Na Bolívia, Lidia Gueiler Tejada foi a segunda sulamericana a assumir uma presidência. Lidia foi a presidente interina da Bolívia entre 1979 e 1980, após o presidente Walter Guevara Arce deixar o governo por causa de um uma tentativa de golpe.
No Haiti - O Senado do Haiti aprovou o nome de Michèle Pierre-Louis como presidente do país em setembro de 2008. Ela foi o terceiro nome indicado pelo presidente René Préval para ocupar a vaga, já que os dois primeiros nomes haviam sido rejeitados no processo de ratificação parlamentar. Ela atuou até novembro de 2009.
Domínica - Dame M. Eugenia Charles atuou como primeira-ministra do pequeno país da Domínica, situado entre o Mar do Caribe e o Oceano Atlântico Norte, no meio do caminho entre Porto Rico e Trinidad e Tobago, de 1980 a 1995.
Um pouco de História : As Pioneiras:
Khertek Anchimaa-Toka foi a primeira mulher a ocupar o cargo de presidência de um país. Ela assumiu o governo de Tuva, país que hoje faz parte da Rússia, em 1940 e ficou no cargo até 1944. Ela foi ativa na era soviética e durante o período de guerras pela independência nacional.
China - Song Qingling (Sung Ch'ing-ling) foi casada com o fundador da República Chinesa, Doutor Sun Yat-sem, em 1914. Ela é descrita como uma das personalidades de maior destaque na China do século XX. Após a morte de seu marido, em 1925, ela apoiou o regime comunista e foi designada como presidente honorária da República Popular da China, como uma das vice-presidentes entre e 1968 e 1974, período em que nenhum presidente é mencionado no país.
Mongólia - Sühbaataryn Yanjmaa atuou como líder da Mongólia entre setembro de 1953 e julho de 1954. Ela era a viúva de Damdiny Sühbaatar, considerado líder nacional mongol. Ao assumir a função de presidente do Grande Hüral, governo da Mongólia.
As que se tornaram símbolos:
Benazir Bhutto - Foi a primeira mulher a comandar um Estado islâmico. Ela assumiu o governo do Paquistão em 1988, seguindo o legado político de seu pai, Zulfikar Ali Bhutto, executado em 1970 pelo general Zia ul Haq. Bhutto voltou ao poder em outubro de 1993, mas, assim como no primeiro mandato, foi destituída por acusações de corrupção, improbidade administrativa. Ela se exilou por 10 anos no Reino Unido e Emirados Árabes e voltou ao Paquistão em 2007, para concorrer à presidência, mas foi morta em um atentado suicida em dezembro daquele ano.
Golda Meïr - Atuou como primeira ministra de Israel entre 1969 e 1974. Ela era considerada como a dama de ferro da política israelense, título cunhado mais tarde por Margaret Thatcher. Aos olhos do mundo, Golda representava a personificação do espírito israelense, apesar de ter nascido na Rússia e educada nos Estados Unidos. Quando ela foi designada primeira-ministra, o país exalava confiança após derrotar os árabes na guerra de 1967 conquistando grandes porções territoriais. Sua rígida política nacionalista foi marcada pela frase: "Não existem palestinos".
Margaret Thatcher - Ela ficou conhecida por governar o Reino Unido com "mão de ferro", após o Partido Conservador conseguir maioria no congresso em 1979. Ela comandou o país na Guerra das Malvinas e conseguiu se reeleger com ampla maioria, em 1982. Em 1987, foi mais uma vez reeleita, mas em 1990, renunciou em favor de John Majors, após conflitos internos em seu partido.
Indira Gandhi - Apesar do nome, Indira, a primeira mulher a comandar a Índia, entre 1966 a 1977 e entre 1980 e 1984, não tinha nenhum parentesco com Mahatma Gandhi. Ela iniciou sua carreira política como colaboradora do pai, Jawaharlal Nehru. Durante seu governo nacionalizou bancos e assinou um tratado de amizade com a União Soviética. Em 1971, prestou apoio militar ao movimento que separou parte do leste do país, que se tornou Bangladesh. Em 1975 foi acusada de fraude eleitoral, decretou estado de emergência e passou a governar com poderes semelhantes ao de uma ditadura. Ela foi responsável por políticas de controle de crescimento populacional. Indira foi assassinada em 1984 após ordenar a invasão do Templo Dourado de militantes do grupo Sikh, que provocou mais de 600 mortes. Ela foi morta por dois guardas pessoais que pertenciam ao grupo Sikh.
Johanna Sigurdardottir - Ela assumiu o governo da Islândia em 2009 como a primeira mulher declaradamente homossexual a ocupar o cargo de primeira-ministra no mundo. Johanna foi casada com Porvaldur Steinar Jóhannesson, com quem teve dois filhos, mas se divorciou e casou novamente em 2002 com a jornalista e escritora Jonina Leosdottir.
Ellen Johnson Sirleaf - Ela tornou-se em 2006 a primeira mulher a comandar uma nação africana, com o desafio de unir seu país no pós-guerra e de restaurar a confiança em suas instituições. A eleição de Sirleaf, 72 anos, - economista educada nos EUA - ajudou a atrair investimentos externos à Libéria, e a comunidade internacional levantou sanções às exportações do país. A africana ganhou o apelido de "Dama de Ferro" durante seu mandato.
Países com tradição de mulheres no poder
Suíça - É um dos países que mais elegem presidentes mulheres no mundo. Em Janeiro de 2010, Doris Leuthard foi eleita para presidente da Confederação. Em 2007, a líder suíça eleita foi Micheline Calmy-Rey e em 1999, quem assumiu o cargo foi Ruth Dreifuss.
Filipinas - O país teve ao menos duas mulheres na liderança do governo: Gloria Macapagal-Arroyo, eleita em 2001, apontada pela revista Forbes, como a quarta mulher mais poderosa do mundo em 2005. Entre 1986 e 1992, o país foi governado por Maria Corazón Sumulong Cojuangco Aquino, responsável por liderar o movimento de derrubada do ditador Ferdinand Marcos.
Irlanda - O país teve duas presidentes no comando do país. A primeira foi Mary Robinson que ficou no poder entre 1990 e 1997. Em seguida, outra mulher assumiu o poder, Mary McAleese, reeleita em
domingo, 31 de outubro de 2010
Debate: Cotas para as Mulheres - Partidos Políticos
Apenas 17,3% dos partidos/coligações cumpriram as cotas nas Eleições 2010
A Lei de Cotas não foi cumprida por 82,6% dos partidos/coligações em todo o país nas Eleições 2010. O levantamento foi feito pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apenas 17,3% dos partidos/coligações em todos os Estados e no Distrito Federal alcançaram o percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas para a Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmara Distrital, conforme exige a Lei Nº 9.504/1997, revisada em 2009.
Em quatro Estados, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba e Tocantins, nenhum partido/coligação alcançou 30%.
O Estado com o maior percentual de respeito às cotas foi o Mato Grosso do Sul, onde 54,54% dos partidos/coligações preencheram 30% ou mais de suas vagas com candidaturas femininas, enquanto Goiás registrou o menor percentual, 5,26%.
No Mato Grosso do Sul, três dos quatro partidos/coligações alcançaram o percentual mínimo exigido pela lei para a Câmara Federal: PP / PDT / PT / PSL / PSC / PSDC / PV / PRP / PCdoB – 36,36%; PRB / PMDB / PR / DEM / PMN / PSB / PSDB - 34,78%; PTB / PTN / PPS / PRTB / PHS / PTC / PTdoB - 31,81%.
Para a Assembleia Legislativa, três dos sete partidos/coligações ultrapassaram os 30%: PP / PT – 31%; PRB / PPS / PRTB / PHS / PTdoB – 32,5%; PTB / PTN / PMN / PTC / PSB – 30,18%
Individualmente, o partido que mais atendeu à legislação foi o PSTU, partido que também mais optou por preencher 100% das vagas com nomes femininos: para deputada federal em Pernambuco e Paraná; e para deputada estadual no Amazonas, Amapá, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
O quadro geral indica que a Lei de Cotas não foi cumprida. A minirreforma eleitoral aprovada em 2009 mudou a redação da Lei Eleitoral. O parágrafo terceiro do artigo 10 da Lei 9.504/1997 passou a vigorar com a seguinte redação: Do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação “preencherá” o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo. Na redação anterior, a palavra utilizada era “reservará”. Com a mudança, os partidos deveriam, necessariamente, manter a proporcionalidade de um mínimo de 30% e um máximo de 70% por sexo na sua lista de candidaturas.
A Lei de Cotas não foi cumprida por 82,6% dos partidos/coligações em todo o país nas Eleições 2010. O levantamento foi feito pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) e pelo site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apenas 17,3% dos partidos/coligações em todos os Estados e no Distrito Federal alcançaram o percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas para a Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmara Distrital, conforme exige a Lei Nº 9.504/1997, revisada em 2009.
Em quatro Estados, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba e Tocantins, nenhum partido/coligação alcançou 30%.
O Estado com o maior percentual de respeito às cotas foi o Mato Grosso do Sul, onde 54,54% dos partidos/coligações preencheram 30% ou mais de suas vagas com candidaturas femininas, enquanto Goiás registrou o menor percentual, 5,26%.
No Mato Grosso do Sul, três dos quatro partidos/coligações alcançaram o percentual mínimo exigido pela lei para a Câmara Federal: PP / PDT / PT / PSL / PSC / PSDC / PV / PRP / PCdoB – 36,36%; PRB / PMDB / PR / DEM / PMN / PSB / PSDB - 34,78%; PTB / PTN / PPS / PRTB / PHS / PTC / PTdoB - 31,81%.
Para a Assembleia Legislativa, três dos sete partidos/coligações ultrapassaram os 30%: PP / PT – 31%; PRB / PPS / PRTB / PHS / PTdoB – 32,5%; PTB / PTN / PMN / PTC / PSB – 30,18%
Individualmente, o partido que mais atendeu à legislação foi o PSTU, partido que também mais optou por preencher 100% das vagas com nomes femininos: para deputada federal em Pernambuco e Paraná; e para deputada estadual no Amazonas, Amapá, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.
O quadro geral indica que a Lei de Cotas não foi cumprida. A minirreforma eleitoral aprovada em 2009 mudou a redação da Lei Eleitoral. O parágrafo terceiro do artigo 10 da Lei 9.504/1997 passou a vigorar com a seguinte redação: Do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação “preencherá” o mínimo de 30% (trinta por cento) e o máximo de 70% (setenta por cento) para candidaturas de cada sexo. Na redação anterior, a palavra utilizada era “reservará”. Com a mudança, os partidos deveriam, necessariamente, manter a proporcionalidade de um mínimo de 30% e um máximo de 70% por sexo na sua lista de candidaturas.
sábado, 30 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Edital CNPq
Prorrogada as inscrições de pesquisas sobre os temas de relações de gênero, mulheres e feminismos
Os interessados podem se inscrever até o dia 18 de outubro
Os interessados em participar da seleção de apoio financeiro a projetos de pesquisas sobre os temas de relações de gênero, feminismos e mulheres têm prazo até o 18 de outubro para se inscreverem. Este edital tem como objetivo estimular este campo e disciplinar suas intersecções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade. O projeto é uma parceria da Secretária de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq) e do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA).
O Edital, inserido nas ações do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, irá apoiar financeiramente projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a ampliar estudos nas áreas de relações de gênero, mulheres e feminismos. Outro objetivo é contemplar centros emergentes, pesquisadores em início de carreira, a distribuição regional de recursos e a intersecção com as seguintes abordagens: classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.
As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ sete milhões, oriundos dos Fundos Setoriais e do Tesouro Nacional (FNDCT). Parcela mínima de 30% dos recursos será, necessariamente, destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste.
Uma porcentagem de 14% do valor global será reservada também a projetos que contemplem as relações de gênero, mulheres e feminismos em suas interseccionalidades com as temáticas da ruralidade, da reforma agrária, da agricultura familiar, das situações das mulheres do campo e da floresta, em áreas prioritárias de políticas públicas, como os territórios da cidadania.
Os recursos serão distribuídos a duas Categorias. A Categorias Um será destinada a projetos de até R$ 50 mil, cujo coordenador seja doutor há mais de cinco anos. Na Categoria Dois, concorrem projetos até R$ 25 mil, realizados por grupos de pesquisa, cujo coordenador/a seja doutor há menos de cinco anos. Os projetos que forem apoiados deverão executar seus trabalhos em um prazo máximo de 24 meses.
O proponente deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, e ainda ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto. As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online , disponível na “Plataforma Carlos Chagas”, até o dia 18 de Outubro
Os interessados podem se inscrever até o dia 18 de outubro
Os interessados em participar da seleção de apoio financeiro a projetos de pesquisas sobre os temas de relações de gênero, feminismos e mulheres têm prazo até o 18 de outubro para se inscreverem. Este edital tem como objetivo estimular este campo e disciplinar suas intersecções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade. O projeto é uma parceria da Secretária de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), do Conselho Nacional de Desenvolvimento (CNPq) e do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA).
O Edital, inserido nas ações do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, irá apoiar financeiramente projetos de pesquisa científica e tecnológica que visem a ampliar estudos nas áreas de relações de gênero, mulheres e feminismos. Outro objetivo é contemplar centros emergentes, pesquisadores em início de carreira, a distribuição regional de recursos e a intersecção com as seguintes abordagens: classe social, geração, raça, etnia e sexualidade.
As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global estimado de R$ sete milhões, oriundos dos Fundos Setoriais e do Tesouro Nacional (FNDCT). Parcela mínima de 30% dos recursos será, necessariamente, destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste.
Uma porcentagem de 14% do valor global será reservada também a projetos que contemplem as relações de gênero, mulheres e feminismos em suas interseccionalidades com as temáticas da ruralidade, da reforma agrária, da agricultura familiar, das situações das mulheres do campo e da floresta, em áreas prioritárias de políticas públicas, como os territórios da cidadania.
Os recursos serão distribuídos a duas Categorias. A Categorias Um será destinada a projetos de até R$ 50 mil, cujo coordenador seja doutor há mais de cinco anos. Na Categoria Dois, concorrem projetos até R$ 25 mil, realizados por grupos de pesquisa, cujo coordenador/a seja doutor há menos de cinco anos. Os projetos que forem apoiados deverão executar seus trabalhos em um prazo máximo de 24 meses.
O proponente deve possuir o título de doutor, ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, e ainda ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto. As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente via Internet, por intermédio do Formulário de Propostas Online , disponível na “Plataforma Carlos Chagas”, até o dia 18 de Outubro
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